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GOL adota gestão em nuvem da Microsoft para controlar 11 mil dispositivos em 84 bases

GOL adota gestão em nuvem da Microsoft para controlar 11 mil dispositivos em 84 bases

**Companhia centralizou atualização, autenticação e configuração de computadores e tablets usados em aeroportos, reduzindo prazos de manutenção e suporte técnico.**

A GOL Linhas Aéreas modernizou a administração dos dispositivos utilizados em sua operação aeroportuária com tecnologias de gerenciamento em nuvem da Microsoft.

O projeto alcança 84 bases operacionais, mais de 11 mil equipamentos e aproximadamente 16 mil colaboradores.

A nova estrutura permite configurar, atualizar e monitorar remotamente computadores e tablets utilizados em atividades administrativas, lojas, balcões de check-in e processos de embarque.

Segundo os dados divulgados pelas empresas, o tempo necessário para atualizar toda a frota de máquinas caiu de aproximadamente três meses para três dias. A GOL também informa redução de 20% nos chamados ao suporte técnico, aumento de 30% na eficiência da equipe de tecnologia e diminuição de 50% no tempo necessário para preparar novos dispositivos.

A iniciativa não modifica diretamente os sistemas de navegação ou controle das aeronaves. Seu foco está na infraestrutura digital que sustenta o atendimento ao passageiro e as atividades realizadas pelas equipes nos aeroportos.

Por que a tecnologia importa para uma companhia aérea

A operação de uma empresa aérea depende de muito mais do que aviões, tripulações e aeroportos.

Antes de cada decolagem, diferentes equipes precisam consultar reservas, confirmar passageiros, emitir cartões de embarque, processar bagagens, acompanhar mudanças de portão e transmitir informações operacionais.

Grande parte dessas tarefas depende de computadores, tablets, redes corporativas e sistemas conectados.

Quando um equipamento apresenta falha em uma base distante, o problema pode afetar o atendimento mesmo que a aeronave e todos os sistemas de voo estejam funcionando normalmente.

Um computador sem atualização, uma credencial bloqueada ou um tablet sem acesso à programação do dia pode gerar filas, atrasar procedimentos e aumentar a dependência de processos manuais.

Por isso, a administração dos dispositivos tornou-se uma parte relevante da continuidade operacional das companhias aéreas.

Projeto alcança 84 bases operacionais

A estrutura implantada pela GOL reúne equipamentos distribuídos por 84 bases.

A expressão “base” pode representar aeroportos e unidades operacionais em que a companhia mantém equipes, equipamentos ou atividades regulares. A divulgação não detalha a quantidade exata de dispositivos instalada em cada local.

A diversidade dessas bases cria um desafio para a equipe de tecnologia.

Uma grande unidade aeroportuária pode contar com suporte presencial e infraestrutura mais ampla. Em localidades menores, a manutenção pode depender de profissionais remotos, envio de peças ou deslocamento de técnicos.

Antes da mudança, determinados incidentes em bases distantes podiam exigir mais de 24 horas para serem resolvidos. Com o novo modelo, a companhia afirma que alguns desses atendimentos passaram a ser concluídos em aproximadamente dez minutos.

O número representa situações compatíveis com correção remota e não significa que qualquer defeito físico possa ser solucionado nesse prazo.

Problemas de tela, bateria, armazenamento ou outros componentes ainda podem exigir substituição ou manutenção presencial.

Atualização completa caiu de três meses para três dias

Um dos resultados apresentados pela GOL envolve a distribuição de atualizações.

No modelo anterior, a aplicação de uma nova versão de software em toda a frota de equipamentos podia levar até três meses. Em determinados casos, um pacote demorava cerca de seis semanas para alcançar todos os dispositivos.

Agora, a companhia afirma conseguir concluir o processo em aproximadamente três dias.

A diferença é importante porque atualizações não servem apenas para acrescentar funcionalidades.

Elas também podem:

• corrigir vulnerabilidades;

• atualizar certificados;

• remover aplicativos antigos;

• instalar novas políticas de segurança;

• corrigir falhas de compatibilidade;

• padronizar configurações;

• atualizar programas utilizados no atendimento.

Quanto maior a distância entre o lançamento de uma correção e sua instalação efetiva, maior pode ser a exposição a falhas e inconsistências.

O que é o Microsoft Intune

O principal componente do projeto é o **Microsoft Intune**, plataforma de gerenciamento de dispositivos e aplicativos.

Esse tipo de ferramenta é conhecido pelas siglas MDM e UEM.

O **Mobile Device Management**, ou gerenciamento de dispositivos móveis, surgiu inicialmente para controlar celulares e tablets corporativos.

O conceito evoluiu para **Unified Endpoint Management**, gerenciamento unificado de endpoints, que pode incluir:

• computadores;

• notebooks;

• tablets;

• smartphones;

• terminais de atendimento;

• dispositivos compartilhados.

A plataforma permite que administradores definam regras e acompanhem remotamente a situação dos equipamentos.

Entre as funções possíveis estão:

• exigir senha ou autenticação biométrica;

• verificar se o sistema está atualizado;

• instalar aplicativos autorizados;

• bloquear programas não permitidos;

• remover acessos corporativos;

• apagar dados empresariais de um equipamento;

• verificar criptografia;

• separar informações pessoais e profissionais;

• impedir acesso de dispositivos que não estejam em conformidade.

Na prática, a equipe de TI deixa de tratar cada computador como uma instalação isolada e passa a administrá-los como parte de uma infraestrutura centralizada.

Entra ID controla identidades e permissões

A GOL também utiliza o **Microsoft Entra ID**, serviço responsável pela administração de identidades, autenticação e permissões.

Em uma empresa com milhares de colaboradores, não basta saber se o equipamento está atualizado. Também é necessário verificar quem está tentando acessar determinado sistema e quais recursos essa pessoa pode utilizar.

Uma equipe de embarque não precisa ter as mesmas permissões de um administrador de infraestrutura. Da mesma forma, um dispositivo utilizado no balcão de atendimento pode exigir políticas diferentes das aplicadas a um notebook corporativo.

O Entra ID permite associar identidade, função profissional, localização, risco e situação do dispositivo antes de conceder acesso.

Essa abordagem segue o princípio de **confiança zero**, conhecido como Zero Trust.

O nome não significa desconfiar permanentemente dos funcionários. Significa que nenhuma conexão deve ser considerada segura apenas porque ocorre dentro da rede da empresa.

Cada acesso precisa ser verificado de acordo com regras definidas.

Windows Autopilot reduz configuração manual

Outro elemento utilizado pela companhia é o **Windows Autopilot**.

A tecnologia permite registrar previamente um dispositivo e aplicar sua configuração corporativa quando ele é ligado e conectado à internet pela primeira vez.

Em um processo convencional, um computador novo pode precisar passar pela equipe de TI para receber:

• sistema operacional;

• aplicativos;

• certificados;

• políticas de segurança;

• contas;

• configurações de rede;

• ferramentas de suporte.

Com o Autopilot, parte relevante desse trabalho pode ocorrer automaticamente.

O fabricante ou fornecedor registra o equipamento no ambiente da empresa. Quando o usuário inicia o dispositivo, o sistema identifica a organização e aplica as configurações correspondentes.

Isso é chamado de provisionamento com pouca ou nenhuma intervenção local.

A GOL informa que o tempo necessário para preparar um equipamento foi reduzido pela metade. O modelo também facilita a abertura de bases, pois os dispositivos podem chegar ao destino e receber a configuração pela internet.

Windows Hello adiciona autenticação biométrica

O projeto inclui ainda o **Windows Hello**, recurso de autenticação que pode utilizar reconhecimento facial, impressão digital ou PIN vinculado ao dispositivo.

A biometria não funciona apenas como substituta visual da senha.

Em configurações corporativas adequadas, os dados biométricos permanecem protegidos no equipamento, enquanto o sistema utiliza credenciais criptográficas para validar o acesso.

A tecnologia pode reduzir problemas comuns relacionados a senhas, como:

• reutilização da mesma combinação;

• anotações expostas;

• compartilhamento indevido;

• senhas fáceis de adivinhar;

• solicitações frequentes de redefinição.

Ainda assim, biometria não elimina todos os riscos.

A segurança depende da configuração dos equipamentos, da proteção das contas, da aplicação de autenticação multifator e dos procedimentos adotados quando um dispositivo é perdido ou furtado.

Atualização em nuvem substitui dependência de estruturas locais

Antes da modernização, parte da administração dependia de infraestrutura instalada nas bases e de conexões privadas para comunicação com os sistemas centrais.

Esse modelo pode funcionar, mas aumenta a complexidade quando a companhia opera em muitas localidades.

Servidores, redes privadas e equipamentos locais precisam de manutenção, disponibilidade de energia, conectividade e suporte técnico.

Ao migrar a gestão para a nuvem, a empresa reduz a dependência de uma estrutura específica em cada aeroporto.

O dispositivo pode buscar políticas e atualizações diretamente no ambiente central, desde que possua conexão autorizada e cumpra os requisitos de segurança.

Isso não elimina a necessidade de conectividade local.

Uma base sem acesso confiável à internet continuará enfrentando limitações. A mudança transfere parte do gerenciamento para a nuvem, mas não torna a operação independente de redes aeroportuárias e serviços de telecomunicações.

Tablets chegam às equipes de embarque

A implementação começou pelas equipes administrativas e foi ampliada gradualmente para as atividades aeroportuárias.

Coordenadores de embarque passaram a utilizar tablets com informações atualizadas em tempo próximo do real.

Esses profissionais acompanham a evolução do embarque, mudanças operacionais e outros dados necessários antes do fechamento do voo.

O acesso móvel pode reduzir deslocamentos entre balcões, portões e áreas de apoio.

Também diminui a dependência de documentos impressos e de parte das comunicações realizadas por rádio.

O rádio, porém, não deixa de ter função na operação.

Ele continua importante para coordenação imediata, contingência e comunicação entre equipes. A tecnologia digital acrescenta outra camada de informação, mas não necessariamente substitui todos os meios existentes.

Menos papel não significa operação totalmente digital

A digitalização de procedimentos reduz impressões e facilita a atualização de informações.

Um documento em papel pode ficar desatualizado poucos minutos depois de ser emitido. Em um dispositivo conectado, alterações podem aparecer rapidamente para os profissionais envolvidos.

Ainda assim, companhias aéreas precisam manter procedimentos de contingência.

Falhas de rede, indisponibilidade de serviços em nuvem, problemas de bateria ou defeitos nos dispositivos podem impedir temporariamente o acesso às plataformas.

Por isso, uma operação digital madura precisa prever:

• dispositivos de reserva;

• procedimentos offline;

• cópias controladas de documentos essenciais;

• redundância de conectividade;

• canais alternativos de comunicação;

• recuperação rápida de contas;

• suporte fora do horário comercial.

Digitalizar não significa abandonar a contingência. Significa adaptar a contingência a um ambiente cada vez mais dependente de sistemas.

Indicadores divulgados pela companhia

A GOL e a Microsoft apresentaram os seguintes resultados:

**Bases alcançadas:** 84

**Equipamentos gerenciados:** mais de 11 mil

**Colaboradores envolvidos:** aproximadamente 16 mil

**Atualização da frota:** de três meses para três dias

**Chamados ao suporte:** redução de 20%

**Eficiência da equipe de TI:** aumento de 30%

**Provisionamento de dispositivos:** redução de 50% no tempo

**Determinados incidentes remotos:** de mais de 24 horas para cerca de dez minutos

Os dados foram divulgados pelas empresas participantes do projeto. Não foram apresentados detalhes sobre a metodologia utilizada para calcular todos os indicadores.

Por esse motivo, os números devem ser compreendidos como resultados corporativos informados pela GOL e pela Microsoft, e não como uma auditoria independente.

O que significa aumentar a eficiência em 30%

A expressão “aumento de eficiência” pode ter diferentes definições.

Ela pode considerar, por exemplo:

• quantidade de equipamentos gerenciados por profissional;

• número de tarefas automatizadas;

• redução do tempo de atendimento;

• diminuição de deslocamentos;

• menos instalações manuais;

• queda na repetição de chamados;

• maior rapidez na abertura de novas bases.

Sem acesso à metodologia completa, não é possível determinar exatamente como o percentual de 30% foi calculado.

Ainda assim, a redução de tarefas repetitivas é um efeito esperado de plataformas centralizadas.

Quando a equipe automatiza configurações, atualizações e verificações, pode dedicar mais tempo a problemas complexos e projetos de melhoria.

Redução de 20% nos chamados ao suporte

A companhia também informa ter reduzido em 20% os chamados ao service desk, nome dado à central de atendimento de tecnologia.

A queda pode estar relacionada a diferentes fatores:

• equipamentos mais padronizados;

• atualizações realizadas automaticamente;

• menor quantidade de erros de configuração;

• autenticação simplificada;

• correção remota;

• substituição mais rápida;

• políticas aplicadas de forma centralizada.

Um número menor de chamados não significa necessariamente que todos os problemas desapareceram.

Também é necessário verificar se os usuários conseguem registrar dificuldades, se os incidentes são classificados corretamente e se a redução se mantém durante períodos de alta demanda.

Cibersegurança passa a fazer parte da operação diária

A administração centralizada acrescenta controles importantes, mas também amplia a responsabilidade sobre o ambiente em nuvem.

Quando milhares de dispositivos dependem das mesmas políticas, uma configuração incorreta pode afetar muitos equipamentos ao mesmo tempo.

Por isso, a automação precisa ser acompanhada por testes, implementação gradual e mecanismos de reversão.

Entre as práticas esperadas estão:

• aplicação inicial em grupos menores;

• monitoramento de falhas;

• separação por tipo de dispositivo;

• controle de privilégios administrativos;

• autenticação multifator;

• revisão de acessos;

• registro de atividades;

• resposta a incidentes;

• atualização de planos de continuidade.

No setor aéreo, indisponibilidade digital pode produzir efeitos operacionais mesmo quando não envolve os sistemas críticos da aeronave.

Uma falha nos computadores de check-in, por exemplo, pode aumentar filas e atrasar embarques. Isso é diferente de um risco direto à segurança de voo, mas continua sendo um problema relevante para a regularidade da operação.

Gestão aeroportuária não é sistema de controle da aeronave

É importante diferenciar a tecnologia usada nos dispositivos aeroportuários dos sistemas embarcados nos aviões.

O projeto divulgado está relacionado a computadores e tablets utilizados por funcionários e equipes de atendimento.

Ele não representa uma migração dos controles de voo, aviônicos, computadores das aeronaves ou sistemas de manutenção para o Microsoft Intune.

Os sistemas aeronáuticos possuem processos próprios de certificação, atualização e segurança.

A separação evita interpretar uma ferramenta corporativa de TI como parte dos comandos ou da navegação das aeronaves.

Assistente operacional com Power Automate está em testes

A GOL também iniciou testes com o **Microsoft Power Automate** para criar um assistente operacional baseado em conversação.

A proposta é integrar o recurso à programação dos voos e permitir consultas mais rápidas durante a operação.

Em vez de navegar por diferentes telas, um funcionário poderia solicitar determinada informação por meio de uma interface de chat.

O projeto ainda está em fase de testes.

Não foram divulgados detalhes sobre:

• quais dados poderão ser consultados;

• quem terá acesso;

• como as respostas serão validadas;

• quais ações poderão ser executadas;

• se haverá inteligência artificial generativa;

• como serão tratados erros ou informações desatualizadas.

Em uma operação aérea, um assistente desse tipo precisa apresentar dados rastreáveis e indicar claramente sua fonte.

Respostas automáticas não devem substituir sistemas oficiais nem decisões tomadas por profissionais responsáveis.

Tecnologia pode agilizar abertura de novas bases

A gestão em nuvem também reduz parte do trabalho necessário para iniciar uma nova unidade operacional.

Antes, computadores podiam precisar ser enviados a um centro técnico, configurados manualmente e depois encaminhados ao aeroporto.

Com o provisionamento remoto, os equipamentos podem seguir diretamente para a base e receber políticas pela internet.

Isso pode reduzir prazos e custos logísticos, especialmente em uma companhia que opera em diferentes regiões.

A implantação ainda depende de fatores locais, como:

• espaço físico;

• conectividade;

• mobiliário;

• autorizações aeroportuárias;

• contratação e treinamento;

• integração com fornecedores;

• sistemas de bagagem e atendimento.

A tecnologia acelera uma parte do processo, mas não substitui toda a preparação necessária.

Impactos para os passageiros

A maior parte da mudança ocorre nos bastidores e pode não ser percebida diretamente por quem viaja.

Os efeitos esperados aparecem em situações como:

• balcões com equipamentos disponíveis;

• menor tempo de recuperação após falhas;

• informações atualizadas no portão;

• abertura mais rápida de posições de atendimento;

• redução de tarefas manuais;

• maior padronização entre bases.

Esses benefícios dependem da integração entre tecnologia, treinamento e processos operacionais.

Um dispositivo atualizado não resolve sozinho problemas de escala, infraestrutura aeroportuária ou congestionamento do terminal.

A tecnologia é uma ferramenta de apoio, não uma explicação única para o desempenho da operação.

Contexto da transformação digital nas companhias aéreas

Empresas aéreas administram redes distribuídas, com grande variação de infraestrutura e horários contínuos de funcionamento.

Ao contrário de um escritório comum, um aeroporto pode operar durante a madrugada, fins de semana e feriados.

Também existe pouco espaço para longas interrupções. O voo precisa ser processado dentro de uma janela determinada, e a equipe deve estar pronta antes do embarque.

Esse cenário aumenta a importância de:

• gerenciamento remoto;

• automação;

• padronização;

• segurança de identidades;

• monitoramento;

• redundância;

• suporte contínuo.

A migração da GOL acompanha uma tendência observada em empresas que substituem estruturas locais por plataformas centralizadas.

O que ainda precisa ser esclarecido

A divulgação não apresentou todos os detalhes técnicos do projeto.

Ainda não estão públicos:

• divisão dos 11 mil equipamentos por categoria;

• quantidade de tablets usados nos embarques;

• período exato de implementação;

• custo total da transformação;

• economia anual obtida;

• disponibilidade média dos dispositivos;

• indicadores de segurança antes e depois da mudança;

• quantidade de bases nacionais e internacionais;

• métricas utilizadas para calcular a eficiência;

• cronograma do assistente operacional em teste.

Também não foi informado se todos os dispositivos já foram migrados ou se algumas etapas continuam em andamento.

Próximos passos

A tendência é que a GOL amplie a automação de tarefas e a integração entre identidades, dispositivos e sistemas operacionais.

O assistente baseado em chat poderá representar a próxima etapa, desde que os testes demonstrem confiabilidade e controle adequado de acesso.

A companhia também deverá acompanhar os resultados durante períodos de maior movimento, quando o volume de passageiros e a pressão sobre as equipes aumentam.

Outro ponto será a capacidade de manter a operação durante falhas de conectividade ou indisponibilidades de serviços externos.

O sucesso de uma infraestrutura em nuvem não depende apenas da rapidez em condições normais, mas também da forma como ela reage quando parte do ambiente deixa de funcionar.

Conclusão

A modernização dos dispositivos da GOL mostra como a tecnologia corporativa passou a ocupar uma posição relevante na operação aeroportuária.

A mudança não está dentro do cockpit nem interfere nos comandos das aeronaves. Ela atua nos computadores e tablets que ajudam as equipes a processar passageiros, acompanhar embarques e manter os sistemas disponíveis em dezenas de bases.

Os resultados divulgados indicam ganhos expressivos de velocidade, padronização e suporte remoto. Ao mesmo tempo, a concentração da gestão em nuvem exige controles rigorosos de segurança, testes e planos de contingência.

Para o passageiro, a tecnologia pode permanecer invisível. Seu valor aparece justamente quando o equipamento funciona, a informação chega no momento correto e a operação continua sem que uma falha local se transforme em uma interrupção prolongada.

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GOL adota Microsoft Intune, Entra ID e Windows Autopilot para gerenciar 11 mil dispositivos usados por 16 mil colaboradores em 84 bases.

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GOL, Microsoft, Microsoft Intune, Entra ID, Windows Autopilot, aeroportos, transformação digital, cibersegurança, tecnologia, aviação comercial

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