noticias

Bitcoin fura resistência e passa dos US$ 111 mil: ETFs, institucionais e a maré do “ouro digital”

Bitcoin fura resistência e passa dos US$ 111 mil: ETFs, institucionais e a maré do “ouro digital”

O Bitcoin acordou em 2025 com a energia de quem tomou café reforçado: a criptomoeda rompeu a tendência de baixa e voltou a negociar acima da marca psicológica dos US$ 111 mil, apoiada em compras institucionais e entradas robustas em ETFs.

💹 O movimento do mercado

Na manhã de quarta (03/09), o BTC operava a US$ 111.486, com variação de 1,4% nas últimas 24h. O suporte imediato se consolidou em US$ 110 mil, enquanto a resistência crítica está em US$ 112 mil. Se esse nível for rompido, o alvo projetado é de US$ 115,5 mil.

O índice RSI em 57 mostra que ainda há espaço para mais valorização antes de bater na zona de sobrecompra. Porém, o volume sugere que os touros precisarão de fôlego extra para empurrar o preço além das resistências.

🏦 O empurrão dos gigantes

Quem ajudou a festa foram os ETFs de Bitcoin à vista, com entradas líquidas de US$ 332,7 milhões. Destaque para a Fidelity, que sozinha captou US$ 132,7 milhões, seguida pela BlackRock, com US$ 72,8 milhões. Enquanto isso, os ETFs de Ethereum registraram saídas de US$ 135,3 milhões — mostrando que o fluxo está pendendo claramente para o BTC.

No campo corporativo, a Strategy adicionou 4.048 BTC às reservas, investindo US$ 449,3 milhões a preço médio de US$ 110.981. O estoque da empresa já chega a 636.505 BTC, equivalente a quase US$ 47 bilhões.

🪙 Ouro x Bitcoin

A narrativa do Bitcoin como “ouro digital” segue ganhando tração. O metal precioso também atingiu recordes, passando dos US$ 3.500, mas investidores institucionais demonstram preferência pela volatilidade (e potencial de valorização) da moeda digital.

No acumulado de 2025, produtos de investimento em cripto já somam US$ 35,5 bilhões em entradas, 58% a mais que em 2024.

🔍 Análise da Equipe Pixbugtech

O rompimento da tendência de baixa pode sinalizar o fim da correção e o início de uma nova fase de acumulação. A proximidade do nível de US$ 112 mil será decisiva: se rompido com volume, o BTC pode mirar os US$ 115,5 mil e abrir caminho para novos topos históricos ainda neste trimestre.

Mas o risco é claro: perder o suporte de US$ 110 mil reacende a chance de um mergulho rápido até US$ 108,5 mil. Nesse cabo de guerra, quem decide não são os memes do Twitter, mas sim as ordens bilionárias de fundos e ETFs.

E cá entre nós… o Bitcoin está cada vez mais parecido com aquele tio no churrasco: sempre promete que “agora vai”, mas a gente nunca sabe se vai acabar subindo ao céu ou caindo direto no chão.